por Sobreira » Ter Ago 20, 2013 08:56
Tenho que resolver a seguinte integral:

Tentei resolver por substituição. Sei que posso resolver somando e diminuindo três no numerador para separar o denominador e ficar com

.
Mas resolvendo por substituição:





![2\left[u-3Lnu \right]+C 2\left[u-3Lnu \right]+C](/latexrender/pictures/7535c851fb47a911fb048a5531036424.png)
Logo:
![2\left[\left(x+3 \right)-3Ln(x+3) \right]+C 2\left[\left(x+3 \right)-3Ln(x+3) \right]+C](/latexrender/pictures/7eb83629bc1824211cb832907bd1812e.png)
Mas a resposta é:
![2\left[x-3Ln\left(x+3 \right) \right]+c 2\left[x-3Ln\left(x+3 \right) \right]+c](/latexrender/pictures/40404a14eddf59cd1b7bd05341d6fd16.png)
Onde está meu erro?
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por Russman » Ter Ago 20, 2013 13:51
Sua resposta está certa! Veja que a constante

que surge no processo de integração é arbitrária. Isto é, pode ser qualquer uma. Assim, quando você efetua a multiplicação

na sua resposta obtém o restante da função somado a um valor constante

que é absorvido pela própria constante

. Veja que isso só se pode fazer quando a constante for arbitrária.
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por Sobreira » Ter Ago 20, 2013 16:45
Deixa eu ver se entendi.
Na verdade ficaria 6+C, que resulta em outra C ??
Com relação a constante arbitrária significa que quando eu encontro uma solução que serve para uma família de funções esta constante pode ser arbitrária, enquanto que quando eu determino a constante eu estou determinando uma função específica?
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por Russman » Ter Ago 20, 2013 17:21
SIm,

é tão arbitrário quanto

.
Exatamente. Existe toda uma família de funções que quando derivadas resultam no integrando que você integrou. Isso se deve basicamente ao fato de que a derivada da função constante é nula e precisamos levar isso em conta. Assim, a constante que aparece representa essa propriedade e pode gerar não uma mas infinitas soluções para o mesmo problema de forma que a definimos como arbitrária.
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por Sobreira » Ter Ago 20, 2013 17:43
Muito Obrigado!!
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por Sobreira » Qua Ago 21, 2013 12:23
Tratando ainda a respeito da questão de constantes, tenho esta dúvida:
Tendo por exemplo a seguinte equação diferencial:
![\frac{dy}{dx}=x\sqrt[]{y} \frac{dy}{dx}=x\sqrt[]{y}](/latexrender/pictures/77c5c8f47c4f749b0de05940df6daf64.png)
Resolvendo esta equação eu encontro como resposta uma família de funções:

Logo, eu entendo que se eu determinar qualquer valor para a constante, esta função com esta constante será solução da equação diferencial. Ou seja se eu determino 0 para constante:

![\frac{{x}^{3}}{4}=x\sqrt[]{\frac{{x}^{4}}{16}} \frac{{x}^{3}}{4}=x\sqrt[]{\frac{{x}^{4}}{16}}](/latexrender/pictures/17a24a5b37c86eb319a075a6a2a6e74a.png)
Ou seja, esta função com esta constante é solução da E.D.O.
Entretanto se atribuo C=3 por exemplo:
![\frac{{x}^{3}}{4}=x\sqrt[]{\frac{{x}^{4}}{16}+9} \frac{{x}^{3}}{4}=x\sqrt[]{\frac{{x}^{4}}{16}+9}](/latexrender/pictures/d5de18b9b99c1046ae7590c012fef8ad.png)
Ou seja, esta função está dentro da família de soluções encontradas mas utilizando esta constante a equação não é satisfeita.
Onde estou errado?
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Assunto:
Taxa de variação
Autor:
felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44
Como resolvo uma questao desse tipo:
Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?
A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de

Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é
Alguem me ajuda? Agradeço desde já.
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47
V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3
V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³
Derivando:
dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3
Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17
Temos que o volume é dado por:
Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:
Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

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