Tenho a seguinte dúvida:
Há uma afirmação que no capacitor não pode haver variação brusca de tensão em seus terminais. Lendo no livro o autor justifica que isto não é possível pois haverá a necessidade de uma corrente infinita. Mas aí que não entendi:
Pelo meu entender isto parte do problema que a derivada estará no ponto de descontinuidade da função, ou seja, indefinido e nisto a corrente terá que ir a infinito para compensar.
Mas e quando não há variação de tensão ??? Quando o gráfico v/t é uma reta?? a derivada também será 0 e portanto precisaríamos de uma corrente infinita, ou seja, para uma tensão constante a corrente no capacitor seria infinito e não zero.



![\frac{\sqrt[]{\sqrt[4]{8}+\sqrt[]{\sqrt[]{2}-1}}-\sqrt[]{\sqrt[4]{8}-\sqrt[]{\sqrt[]{2}-1}}}{\sqrt[]{\sqrt[4]{8}-\sqrt[]{\sqrt[]{2}+1}}} \frac{\sqrt[]{\sqrt[4]{8}+\sqrt[]{\sqrt[]{2}-1}}-\sqrt[]{\sqrt[4]{8}-\sqrt[]{\sqrt[]{2}-1}}}{\sqrt[]{\sqrt[4]{8}-\sqrt[]{\sqrt[]{2}+1}}}](/latexrender/pictures/981987c7bcdf9f8f498ca4605785636a.png)
e elevar ao quadrado os dois lados)