por Luiz Augusto Prado » Ter Dez 22, 2009 16:02
Olá Pessoal!
Comprei o livro do George B. Thomas 11ª edição da editora pearson.
Olhem esta questão.
seção 2.6 exercicio 59:
Um teorema de ponto fixoSuponha que a função f(x) seja continua no espaço fechado [0,1] e que 0

f(x)

1 para x em [0,1]. Mostre que deve existir um número c em [0,1] tal que f(c)=c (cé chamado ponto fixo de f).
Como é possivel existir um f(c)=c sem definir a função? Se a função fosse f(x)=

, a função seria contínua para x entre [0,1] e f(x) entre [0,1], mas não existe f(c)=c alem dos pontos x=0 e x=1. Para que existisse f(c)=c diferente de 0 e 1, devemos achar o x de f(x) que toque a reta dada pela função g(x)=x. A única forma que consigo fazer para que exista obrigatoriamente pelo menos um f(c)=c é afirmando que f(x) seja continua e
decrescente para x entre [0,1]. Cometi algum erro de interpretação? O que esta questão está pedindo?
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Luiz Augusto Prado
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por Elcioschin » Qua Dez 23, 2009 09:14
Considere a função y = senx
Considere agora a função y = 1 + senx
Esta função é igual à primeira deslocada 1 para cima. Nela, a partes inferiores da senóide tangenciam o eixo das abcissas.
Considere apenas dois pontos de tangência, marque 0,5 no 1º ponto de tangência e 1 no segundo ponto e tangência.
Marque 1 na ordenada máxima desta função.
Esqueça agora que é uma função seno.
Esta função (sem nome) varia entre 0 e 1 para x entre 0 e 1
Note que, para x = 0 ----> f(x) = 0 ----> Neste caso c = 0 -----> f(c) = c
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Elcioschin
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por Luiz Augusto Prado » Qua Dez 23, 2009 15:07
Você definiu a função. Pelo que entendi do exercício qualquer função que toque g(x)=x tem este exato x como um ponto fixo.
Para f(x) = 1 + sen(x) existe um ponto x entre ( pi/2, pi ) onde f(x) = x. E este é um ponto fixo de f(x).
Para x entre ( pi/2, pi ) a função é decrescente. O que não entendi é se o teorema deve ser válito para todo o tipo de função. A questão do exercício parece afirmar isso. Onde encontro mais sobre o teorema do ponto fixo? A wikipédia e outros textos da Internet falam como se já soubéssemos o que seja isso.
Elcioschin escreveu:Considere apenas dois pontos de tangência, marque 0,5 no 1º ponto de tangência e 1 no segundo ponto e tangência.
Marque 1 na ordenada máxima desta função.
.
0,5pi e 1pi?
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Luiz Augusto Prado
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Assunto:
Taxa de variação
Autor:
felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44
Como resolvo uma questao desse tipo:
Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?
A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de

Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é
Alguem me ajuda? Agradeço desde já.
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47
V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3
V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³
Derivando:
dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3
Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17
Temos que o volume é dado por:
Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:
Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

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