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Álgebra linear - Subespaço Gerado

Álgebra linear - Subespaço Gerado

Mensagempor nietzsche » Sex Jan 06, 2012 19:48

Alguém poderia me ajudar com o seguinte problema?

Sejam {W}_{1}, {W}_{2}, ..., {W}_{k} subespaços de um espaço vetorial V.

Mostre que
<\bigcup_{i=1}^{k}{W}_{k}> \subset { W}_{1} + {W}_{2} + ... + {W}_{k}
onde
<\bigcup_{i=1}^{k}{W}_{k}> é o subespaço gerado pela união finita dos subespaços {W}_{i}
e { W}_{1} + {W}_{2} + ... + {W}_{k} = { w_{1} + w_{2} + ... + w_{k} /w_{i} \in W_{i}  } }.

Agradeço desde já.
nietzsche
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Re: Álgebra linear - Subespaço Gerado

Mensagempor LuizAquino » Seg Jan 09, 2012 19:07

nietzsche escreveu:Sejam {W}_{1}, {W}_{2}, ..., {W}_{k} subespaços de um espaço vetorial V.

Mostre que
<\bigcup_{i=1}^{k}{W}_{k}> \,  \subset { W}_{1} + {W}_{2} + \cdots + {W}_{k}
onde
<\bigcup_{i=1}^{k}{W}_{k}> é o subespaço gerado pela união finita dos subespaços {W}_{i}
e { W}_{1} + {W}_{2} + \cdots + {W}_{k} = { w_{1} + w_{2} + \cdots + w_{k} /w_{i} \in W_{i} } }.


Lembre-se que para provar que X\subset Y, devemos provar que para todo x\in X, temos que x\in Y .

Seja \vec{w} \in \, <\bigcup_{i=1}^{k}{W}_{i}> .

Como \vec{w} pertence a união de todos os W_i (com i=1, 2, ..., k), então ele pertence a pelo menos um desses conjuntos.

Suponha, sem perda de generalidade, que esse conjunto seja o W_j, sendo 1 \leq j \leq k . Ou seja, suponha que temos \vec{w} \in W_j .

Como \vec{w} \in W_j, temos que \vec{w} \in W_1 + W_2 + \cdots + W_k , já que podemos escrever:

\vec{w} = \underbrace{\vec{0} + \vec{0} + \cdots}_{\textrm{de 1 at\'e j-1}} + \vec{w} + \underbrace{\cdots + \vec{0} + \vec{0}}_{\textrm{de j+1 at\'e k}}, lembrando que \vec{0}\in W_i com i=1, 2, ..., j-1, j+1, ..., k.

Como o \vec{w} escolhido foi qualquer, podemos concluir que:

<\bigcup_{i=1}^{k}{W}_{i}> \, \subset {W}_{1} + {W}_{2} + \cdots + {W}_{k}
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Re: Álgebra linear - Subespaço Gerado

Mensagempor nietzsche » Ter Jan 10, 2012 17:16

Muito obrigado. Valeu, Luiz!
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Assunto: Taxa de variação
Autor: felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44

Como resolvo uma questao desse tipo:

Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?

A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de \frac{4\pi{r}^{2}}{3}
Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é 1,066\pi

Alguem me ajuda? Agradeço desde já.


Assunto: Taxa de variação
Autor: Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47

V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3

V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³

Derivando:

dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3

Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s


Assunto: Taxa de variação
Autor: Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17

Temos que o volume é dado por:

V = \frac{4\pi}{3}r^2


Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.r}{3}.\frac{dr}{dt}


Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

\frac{dV}{dt} = \frac{8\pi.2}{3}.\frac{2}{10}

\frac{dV}{dt} = \frac{16\pi}{15}