por Claudin » Dom Set 25, 2011 12:02
Alguém poderia me ajudar com essa lista de exercícios?
Seja f a função definida por:

a) A função f é contínua em x = – 1? Justifique sua resposta.
Para ser contínua

Portanto


Portanto, o limite existe e a função é contínua em x=-1.
Correto?
b) A função f é derivável em x = – 1? Justifique sua resposta.
Não consegui responder essa questo.
Seria:

c) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f no ponto de abscissa x = – 1, se existir.
Não sei como determinar essa equação. Se eu tivesse f(a) e f(b) dava pra encontrar através do teorema do valor intermediário?
d) A função f é contínua em x = 1? Justifique sua resposta.
Para ser contínua em x=1
temos que:



Pela diferença dos limites laterais conclui-se que o limite não existe, portanto, a função não é contínua pois:
![\lim_{x{\rightarrow}1}f(x)\neq f(1)
e) Determine as derivadas laterais
Para determinar essas derivadas seria assim:
[tex]f^\prime_+(1)=-2x+2\Rightarrow f^\prime_+(1)= 0 \lim_{x{\rightarrow}1}f(x)\neq f(1)
e) Determine as derivadas laterais
Para determinar essas derivadas seria assim:
[tex]f^\prime_+(1)=-2x+2\Rightarrow f^\prime_+(1)= 0](/latexrender/pictures/7c1988fd2cb2b562d6cab73b1fb61354.png)

f) A função f é derivável em x = 1? Justifique sua resposta.
Sim.
Obs: tenho que analisar as derivadas laterais para ver se a derivada existe?
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por LuizAquino » Ter Set 27, 2011 08:54
Claudin escreveu:Seja f a função definida por:

a) A função f é contínua em x = – 1? Justifique sua resposta.
Para ser contínua

Portanto


Portanto, o limite existe e a função é contínua em x=-1.
Correto?
Você esqueceu de colocar o sinal de menos antes de

. Além disso, no momento final do cálculo do limite, você não deve mais colocar o símbolo de limite. Isto é, você deve escrever algo como:

Faltou na sua justificativa dizer que f(-1) também existe e é igual a 2.
Claudin escreveu:b) A função f é derivável em x = – 1? Justifique sua resposta.
Não consegui responder essa questão.
Seria:

Veja o que eu lhe respondi em seu outro tópico e tente terminar esse quesito:
Análise de derivávelviewtopic.php?f=120&t=6070Claudin escreveu:c) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f no ponto de abscissa x = – 1, se existir.
Não sei como determinar essa equação. Se eu tivesse f(a) e f(b) dava pra encontrar através do teorema do valor intermediário?
Se uma função f é derivável em c, então a reta tangente ao gráfico de f no ponto (c, f(c)) será dada por:

Claudin escreveu:d) A função f é contínua em x = 1? Justifique sua resposta.
Para ser contínua em x=1
temos que:



Pela diferença dos limites laterais conclui-se que o limite não existe, portanto, a função não é contínua pois:

Você errou o cálculo do limite lateral pela esquerda. O valor correto é 2.
Claudin escreveu:e) Determine as derivadas laterais
Para determinar essas derivadas seria assim:


Para determinar as derivadas laterais, precisamos saber em qual ponto se deseja que elas sejam calculadas. Eu vou assumir que seja no ponto x = 1. De qualquer modo, é estranho que o exercício não tenha informado isso diretamente.
As derivadas laterais em x = 1 são:


Claudin escreveu:f) A função f é derivável em x = 1? Justifique sua resposta.
Sim.
Obs: tenho que analisar as derivadas laterais para ver se a derivada existe?
Não é derivável em x = 1. Analise o que foi obtido no quesito anterior.
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por Claudin » Qui Set 29, 2011 22:53
Não compreendi a letra a, b e c.
A letra d, com o limite lateral pela direita é igual a zero, e pela esquerda é igual a 2, portanto nao é contínua em x=1, pois f(1)=2, correto?
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por Claudin » Qui Set 29, 2011 23:01
LuizAquino escreveu:Para determinar essas derivadas seria assim:


Para determinar as derivadas laterais, precisamos saber em qual ponto se deseja que elas sejam calculadas. Eu vou assumir que seja no ponto x = 1. De qualquer modo, é estranho que o exercício não tenha informado isso diretamente.
As derivadas laterais em x = 1 são:


Claudin escreveu:f) A função f é derivável em x = 1? Justifique sua resposta.
Sim.
Obs: tenho que analisar as derivadas laterais para ver se a derivada existe?
Não é derivável em x = 1. Analise o que foi obtido no quesito anterior.[/quote]
Não consegui compreender como chegar ao resultado das derivadas laterais na letra
d.
Por exemplo


como a derivada foi para menos infinito e menos dois?
A letra
e, no caso, não é derivável pois as derivadas laterais são diferentes, correto?
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por LuizAquino » Sáb Out 01, 2011 11:06
Claudin escreveu:Não compreendi a letra a, b e c.
Letra a)Note que você verificou que

.
Entretanto, você não calculou o valor de f(-1) para comparar com o resultado desses limites.
Letra b)Veja o que eu lhe respondi em seu outro tópico:
Análise de derivávelviewtopic.php?f=120&t=6070Letra c)No exemplo 2 da vídeo-aula "09. Cálculo I - Taxa de Variação", disponível em
meu canal no YouTube, eu resolvi um exercício como esse.
Claudin escreveu:A letra d, com o limite lateral pela direita é igual a zero, e pela esquerda é igual a 2, portanto nao é contínua em x=1, pois f(1)=2, correto?
Nesse caso diremos que a função não é contínua em x = 1 pois

não existe (já que os seus laterais são distintos).
É devido ao fato desse limite não existir, que nesse caso a igualdade

não pode ser verificada.
Claudin escreveu:Não consegui compreender como chegar ao resultado das derivadas laterais na letra d.
Por exemplo


como a derivada foi para menos infinito e menos dois?
Eu presumo que você está se referindo a letra e) e não d) como você escreveu.
Por definição, as derivadas laterais de uma função
f no ponto x = c (se existem) são dadas pelos limites:


O que fiz foi simplesmente calcular esses limites.
Claudin escreveu:A letra e, no caso, não é derivável pois as derivadas laterais são diferentes, correto?
Eu presumo que você está se referindo a letra f) e não e) como você escreveu.
De fato, a função não é derivável em x = 1 pois as derivadas laterais nesse ponto são distintas.
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por Claudin » Seg Out 10, 2011 14:29
Respondendo novamente, analisando os erros.
Seja f a função definida por:

a) A função f é contínua em x = – 1? Justifique sua resposta.
Para ser contínua

Portanto



Portanto, o limite existe e a função é contínua em x=-1.
Correto?
b) A função f é derivável em x = – 1? Justifique sua resposta.


não consegui prosseguir!
c) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f no ponto de abscissa x = – 1, se existir.


Como prosseguir?
d) A função f é contínua em x = 1? Justifique sua resposta.
Para ser contínua em x=1
temos que:



Pela diferença dos limites laterais conclui-se que o limite não existe, portanto, a função não é contínua pois:
![\lim_{x{\rightarrow}1}f(x)\neq f(1)
e) Determine as derivadas laterais
Para determinar essas derivadas seria assim:
[tex]f^\prime_+(1) = \lim_{x\to 1^+} \frac{f(x) - f(1)}{x - 1} \Rightarrow f^\prime_+(1) = \lim_{x\to 1^+} \frac{-2x+2-(2)}{x - 1} = -\infty \lim_{x{\rightarrow}1}f(x)\neq f(1)
e) Determine as derivadas laterais
Para determinar essas derivadas seria assim:
[tex]f^\prime_+(1) = \lim_{x\to 1^+} \frac{f(x) - f(1)}{x - 1} \Rightarrow f^\prime_+(1) = \lim_{x\to 1^+} \frac{-2x+2-(2)}{x - 1} = -\infty](/latexrender/pictures/bfebc629dd1be2ee5275db52a93ab095.png)

f) A função f é derivável em x = 1? Justifique sua resposta.
Não, de acordo com o exercício anterior as derivadas laterais se diferem portanto , a função não é derivável em x=1.
OBS:Toda função derivável é contínua?
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Autor:
sinuca147 - Seg Mai 25, 2009 09:10
Veja este exercício:
Se A = {

} e B = {

}, então o número de elementos A

B é:
Eu tentei resolver este exercício e achei a resposta "três", mas surgiram muitas dúvidas aqui durante a resolução.
Para determinar os elementos do conjunto A, eu tive de basicamente fazer um lista de vinte dividido por todos os números naturais maiores que zero e menores que vinte e um, finalmente identificando como elementos do conjunto A os números 1, 2, 4, 5, 10 e 20. Acho que procedi de maneira correta, mas fiquei pensando aqui se não existiria um método mais "sofisticado" e prático para que eu pudesse identificar ou ao menos contar o número de elementos do conjunto A, existe?
No processo de determinação dos elementos do conjunto B o que achei foi basicamente os múltiplos de cinco e seus opostos, daí me surgiram estas dúvidas:
existe oposto de zero?
existe inverso de zero?
zero é par, certo?
sendo x um número natural, -x é múltiplo de x?
sendo z um número inteiro negativo, z é múltiplo de z?
sendo z um número inteiro negativo, -z é múltiplo de z?
A resposta é 3?
Obrigado.
Assunto:
método de contagem
Autor:
Molina - Seg Mai 25, 2009 20:42
Boa noite, sinuca.
Se A = {

} você concorda que n só pode ser de 1 a 20? Já que pertence aos naturais?
Ou seja, quais são os divisores de 20? Eles são seis: 1, 2, 4, 5, 10 e 20.
Logo, o conjunto A é
A = {1, 2, 4, 5, 10, 20}
Se B = {

} você concorda que x será os múltiplos de 5 (positivos e negativos)? Já que m pertence ao conjunto Z?
Logo, o conjunto B é
B = {... , -25, -20, -15, -10, -5, 0, 5, 10, 15, 20, 25, ...
Feito isso precisamos ver os números que está em ambos os conjuntos, que são:
5, 10 e 20 (3 valores, como você achou).
Vou responder rapidamente suas dúvidas porque meu tempo está estourando. Qualquer dúvida, coloque aqui, ok?
sinuca147 escreveu:No processo de determinação dos elementos do conjunto B o que achei foi basicamente os múltiplos de cinco e seus opostos, daí me surgiram estas dúvidas:
existe oposto de zero? sim, é o próprio zero
existe inverso de zero? não, pois não há nenhum número que multiplicado por zero resulte em 1
zero é par, certo? sim, pois pode ser escrito da forma de 2n, onde n pertence aos inteiros
sendo x um número natural, -x é múltiplo de x? Sim, pois basta pegar x e multiplicar por -1 que encontramos -x
sendo z um número inteiro negativo, z é múltiplo de z? Sim, tais perguntando se todo número é multiplo de si mesmo
sendo z um número inteiro negativo, -z é múltiplo de z? Sim, pois basta pegar -z e multiplicar por -1 que encontramos x
A resposta é 3? Sim, pelo menos foi o que vimos a cima
Bom estudo,

Assunto:
método de contagem
Autor:
sinuca147 - Seg Mai 25, 2009 23:35
Obrigado, mas olha só este link
http://www.colegioweb.com.br/matematica ... ro-natural
neste link encontra-se a a frase:
Múltiplo de um número natural é qualquer número que possa ser obtido multiplicando o número natural por 0, 1, 2, 3, 4, 5, etc.
Para determinarmos os múltiplos de 15, por exemplo, devemos multiplicá-lo pela sucessão dos números naturais:
Ou seja, de acordo com este link -5 não poderia ser múltiplo de 5, assim como 5 não poderia ser múltiplo de -5, eu sempre achei que não interessava o sinal na questão dos múltiplos, assim como você me confirmou, mas e essa informação contrária deste site, tem alguma credibilidade?
Há e claro, a coisa mais bacana você esqueceu, quero saber se existe algum método de contagem diferente do manual neste caso:
Para determinar os elementos do conjunto A, eu tive de basicamente fazer um lista de vinte dividido por todos os números naturais maiores que zero e menores que vinte e um, finalmente identificando como elementos do conjunto A os números 1, 2, 4, 5, 10 e 20. Acho que procedi de maneira correta, mas fiquei pensando aqui se não existiria um método mais "sofisticado" e prático para que eu pudesse identificar ou ao menos contar o número de elementos do conjunto A, existe?
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