por Claudin » Sáb Set 03, 2011 21:09
Prove que se f for definida, contínua e injetora no intervalo I, então f será estritamente crescente ou estritamente decrescente.
Alguém para me ajudar com esta questão?
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por LuizAquino » Dom Set 04, 2011 13:52
DicaPara que uma função seja injetora devemos ter:
Se

(a e b no domínio de f), então

.
Sabemos que se k e m são números reais distintos, então
apenas uma das alternativas acontece:
(i) k > m
(iii) k < m
Além disso, por definição temos que:
(i) f é estritamente crescente se para todo a e b no domínio de f, com a < b, tivermos que f(a) < f(b);
(ii) f é estritamente decrescente se para todo a e b no domínio de f, com a < b, tivermos que f(a) > f(b).
Agora tente organizar essas dicas para concluir o exercício.
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por Claudin » Dom Set 04, 2011 14:15
f é estritamente crescente se para todo a e b no domínio {I}, com a < b, tivermos que f(a) < f(b);
f é estritamente decrescente se para todo a e b no domínio {I}, com a < b, tivermos que f(a) > f(b).
qual seria a correta
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por MarceloFantini » Dom Set 04, 2011 15:30
É não "qual é correta". Isso são definições sobre funções estritamente decrescentes ou estritamente crescentes.
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por Claudin » Qua Set 07, 2011 18:03
Eu iria utilizar as duas para provar?
foi essa a pergunta qual a correta para provar na questão.

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por MarceloFantini » Qua Set 07, 2011 19:10
Você tem que provar que acontece o primeiro caso ou acontece o segundo.
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por Claudin » Qua Set 07, 2011 20:20
Se eu tive dúvida, é porque eu não sei n gente boa, se não for muito incômodo esclareça pra mim
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por LuizAquino » Sáb Set 10, 2011 12:06
Vejamos como aplicar as dicas que passei para resolver o exercício.
Sejam

,

e

três pontos distintos do domínio de f, com

.
Por hipótese, f é injetora. Como esses pontos são distintos, podemos dizer que

,

e

.
Isso significa que podemos ter 8 casos:
(i)

,

,

(ii)

,

,

(iii)

,

,

(iv)

,

,

(v)

,

,

(vi)

,

,

(vii)

,

,

(viii)

,

,

O objetivo do exercício é provar que
apenas o caso (i) ou o caso (viii) podem ocorrer. Vamos então usar a estratégia de provar que
nenhum dos outros casos podem ocorrer.
Vejamos, por exemplo, porque o caso (iv) não pode ocorrer.
Por hipótese, f é contínua. Pelo
Teorema do Valor Intermediário, dado um número
d tal que

, deve existir um número
k no intervalo

tal que f(
k) =
d.
Por outro lado, como no caso (iv) temos

, esse número
d é tal que

. Sendo assim, novamente pelo
Teorema do Valor Intermediário, deve existir um número
m no intervalo

tal que f(
m) =
d.
Temos então
k e
m distintos com f(
k) = f(
m). Mas, isso contraria a hipótese de f ser injetora. Sendo assim, o caso (iv) não pode ocorrer.
Usando um raciocínio análogo, podemos justificar que os casos (ii), (iii), (v), (vi) e (vii) também não podem ocorrer.
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Como resolvo uma questao desse tipo:
Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
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A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de

Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é
Alguem me ajuda? Agradeço desde já.
Assunto:
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Autor:
Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47
V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3
V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³
Derivando:
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Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17
Temos que o volume é dado por:
Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:
Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

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