por Fabio Cabral » Qui Jun 16, 2011 10:31
Encontre o valor de
no ponto (2,2):
Sei que devo achar a derivada de segunda ordem, porém, estou me confundindo com isso.


Sabendo que a derivada implícita é do tipo y em função de x, temos que:



Até aí tudo bem?
O problema é que quando aplico os pontos, a respota é: -1.
Sendo que o correto seria: -2
Grato,
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por Claudin » Qui Jun 16, 2011 16:30
Utilizando á regra da cadeia só consegui encontrar -1 também.
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por LuizAquino » Qui Jun 16, 2011 19:07
Você enviou o exercício incompleto.
É necessário uma equação contendo as duas variáveis.
Você apenas enviou uma expressão.
Por acaso a equação é x³ + y³ = 0? Ou é outra?
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por Fabio Cabral » Qui Jun 16, 2011 19:11
LuizAquino escreveu:Você enviou o exercício incompleto.
É necessário uma equação contendo as duas variáveis.
Você apenas enviou uma expressão.
Por acaso a equação é x³ + y³ = 0? Ou é outra?
Perdão,
x³ + y³=
16
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por LuizAquino » Qui Jun 16, 2011 20:03
Nesse caso, você tem duas opções: resolver as derivadas implicitamente; resolver as derivadas explicitamente.
Para resolver explicitamente, basta notar que se

, então
![y = \sqrt[3]{16-x^3} y = \sqrt[3]{16-x^3}](/latexrender/pictures/cd898629d04347aabd17126f42d42ba9.png)
. Daí, basta calcular a segunda derivada e avaliá-la em x = 2.
Já para resolver implicitamente, derivando a equação

, obtemos

. Avaliando essa equação no ponto (2, 2), você determina
y'.
Derivando novamente a última equação, obtemos

(note que foi necessário usar a regra do produto no termo

). Avaliando essa equação no ponto (2, 2) e usando o valor de
y' encontrado antes, você determina
y''.
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por Fabio Cabral » Sex Jun 17, 2011 10:58
LuizAquino escreveu:Derivando novamente a última equação, obtemos

(note que foi necessário usar a regra do produto no termo

). Avaliando essa equação no ponto (2, 2) e usando o valor de
y' encontrado antes, você determina
y''.
Veja:

Porque ao aplicar a derivada ímplicita em

você multiplicou por

e não por

?
Me explique porque o mesmo ocorreu em

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por LuizAquino » Sex Jun 17, 2011 11:39
Considere que y = f(x).
Queremos derivar

. Ou seja, queremos derivar
![3[f(x)]^2f^{\prime}(x) 3[f(x)]^2f^{\prime}(x)](/latexrender/pictures/a1bf21ca051c3ada52b82f3a31f110be.png)
.
Aplicando a regra do produto:
![\left\{3[f(x)]^2f^{\prime}(x)\right\}^\prime = \left\{3[f(x)]^2\right\}^\prime f^{\prime}(x) + 3[f(x)]^2\left\{f^{\prime}(x)\right\}^\prime \left\{3[f(x)]^2f^{\prime}(x)\right\}^\prime = \left\{3[f(x)]^2\right\}^\prime f^{\prime}(x) + 3[f(x)]^2\left\{f^{\prime}(x)\right\}^\prime](/latexrender/pictures/c7b3d01366818e134b37077a05355a5e.png)
.
Aplicando a regra da cadeia na primeira parcela:
![\left\{3[f(x)]^2f^{\prime}(x)\right\}^\prime = 6f(x)f^\prime (x) f^{\prime}(x) + 3[f(x)]^2f^{\prime\prime}(x) \left\{3[f(x)]^2f^{\prime}(x)\right\}^\prime = 6f(x)f^\prime (x) f^{\prime}(x) + 3[f(x)]^2f^{\prime\prime}(x)](/latexrender/pictures/67ed8be68b8aba8deabd2142969c7c0b.png)
.
Portanto, temos que:

.
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por Fabio Cabral » Sex Jun 17, 2011 12:07
Compreendi.
Creio que meu erro tenha sido na derivação (regra do produto)

onde:
a(x)=3y² -> a'(x)=6y
b(x)=y' -> b'(x)=
(y')'Na derivada de y', eu estava colocando 1.
Obrigado novamente, Luiz
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por Fabio Cabral » Sex Jun 17, 2011 12:18
Há ainda duas questões que não consigo chegar numa resolução. Vamos por partes:
![{x}^{2}-\sqrt[]{3}xy+{2y}^{2}=5 {x}^{2}-\sqrt[]{3}xy+{2y}^{2}=5](/latexrender/pictures/693cc06eaf4193b3a1816c6de30e14f8.png)
Ele quer reta tangente e normal nos pontos
![(\sqrt[]{3},2) (\sqrt[]{3},2)](/latexrender/pictures/c98cc235d91214ce123c5f3438f40b4d.png)
. Nada complicado, PORÉM..
Não estou conseguindo derivar
![\sqrt[]{3}xy \sqrt[]{3}xy](/latexrender/pictures/0cde1e2c9d65d7b2326bfa7fee9ca5a5.png)
.
Qual regra aplico? Lembrando que a raíz envolve só o 3, ou seja,
![\sqrt[]{3}.x.y \sqrt[]{3}.x.y](/latexrender/pictures/06e8fae688c82fd2dff7f18a1659b0d1.png)
Por isso não consigo concluir a questão.
Att,
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por LuizAquino » Sex Jun 17, 2011 12:59
Aplique a regra do produto para derivar o termo desejado.
Lembre-se que

é apenas uma constante.
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por Fabio Cabral » Dom Jun 19, 2011 15:40
Aplicando a regra da derivada implícita encontrei:
![y'=\frac{-2x}{-\sqrt[]{3}y-\sqrt[]{3}x+4y} y'=\frac{-2x}{-\sqrt[]{3}y-\sqrt[]{3}x+4y}](/latexrender/pictures/2373a3becb7f5c973a499f680d2dbbc8.png)
Confere, ou ainda está errado?
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por LuizAquino » Dom Jun 19, 2011 16:16
Fabio Cabral escreveu:Aplicando a regra da derivada implícita encontrei:
![y^\prime=\frac{-2x}{-\sqrt[]{3}y-\sqrt[]{3}x+4y} y^\prime=\frac{-2x}{-\sqrt[]{3}y-\sqrt[]{3}x+4y}](/latexrender/pictures/c1095725d1d78a6c63550cd54d03025a.png)
Confere, ou ainda está errado?
Está errado.
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Autor:
felipe_ad - Ter Jun 29, 2010 19:44
Como resolvo uma questao desse tipo:
Uma usina de britagem produz pó de pedra, que ao ser depositado no solo, forma uma pilha cônica onde a altura é aproximadamente igual a 4/3 do raio da base.
(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?
A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de

Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é
Alguem me ajuda? Agradeço desde já.
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47
V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3
V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³
Derivando:
dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3
Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17
Temos que o volume é dado por:
Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:
Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

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