MAT0134
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Bons estudos!
por Neta Silva » Sex Mar 14, 2014 20:51
Mostrar que

é um subespaço vetorial de

, o conjunto dos polinômios de grau menor ou igual a 2.
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Neta Silva
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por Pessoa Estranha » Sex Mar 14, 2014 21:49
Olá!
Bem, para mostrar que um conjunto é um subespaço vetorial, basta verificar que as três propriedades que um subespaço estão satisfeitas no conjunto em questão. Gostaria de ajudar, mas o exercício parece um pouco difícil; então, podemos ir discutindo o problema para chegarmos à uma resposta.
Vamos verificar as seguintes propriedades:
a) W tem elemento neutro (mostrar);
Seja

. Daí,

é da forma

, onde

. Queremos saber se

. Para tanto, temos que verificar se

. Assim, consideremos

. Então, podemos partir então para a próxima etapa:

Portanto, W apresenta elemento neutro.
Agora, temos que verificar se as duas próximas propriedades de um subespaço vetorial são satisfeitas por W.
b) tomados dois elementos de W, a soma deles pertence à W (isto é, temos que mostrar que se

, então

);
c) considerados

,

;
O que sugere para continuar com a resolução ?
Espero ter ajudado um pouco....
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por Russman » Sex Mar 14, 2014 22:40
Perfeito. Você mostrou que

é um ESPAÇO vetorial, de fato. Agora, para mostrar que o mesmo é SUBespaço de

precisamos mostrar que

.
Como

, podemos tomar

nesse espaço ( como a e b são reais,uma combinação linear deles também o é) e então este será confundido com

. Assim, podemos "achar"

"dentro" de

. Portanto, é subespaço.
"Ad astra per aspera."
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por Pessoa Estranha » Sáb Mar 15, 2014 12:17
Estranho, pois aprendi que se verificarmos que W satisfaz aquelas três propriedades listadas, então é subespaço. Daí, uma vez que é subespaço, temos um resultado que garante que W é espaço vetorial.
Russman escreveu:Perfeito. Você mostrou que

é um ESPAÇO vetorial, de fato. Agora, para mostrar que o mesmo é SUBespaço de

precisamos mostrar que

.
Como

, podemos tomar

nesse espaço ( como a e b são reais,uma combinação linear deles também o é) e então este será confundido com

. Assim, podemos "achar"

"dentro" de

. Portanto, é subespaço.
Por outro lado, para mostramos que W é espaço vetorial, então temos que verificar se W satisfaz oito propriedades do espaço vetorial, e não apenas três.
Talvez eu esteja confundido, mas acho que é assim....
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por Pessoa Estranha » Sáb Mar 15, 2014 12:20
Ei! Vocês poderiam dar uma olhadinha no meu tópico de estruturas algébricas, sobre conjuntos limitados inferiormente? Por favor!

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por Russman » Sáb Mar 15, 2014 12:31
Se for subespaço vetorial é obvio que deve ser também espaço vetorial.
O

, por exemplo, satisfaz todos os requerimentos de espaço vetorial e não é subespaço de

.
"Ad astra per aspera."
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Como resolvo uma questao desse tipo:
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(a) Determinar a razão de variação do volume em relação ao raio da base.
(b) Se o raio da base varia a uma taxa de 20 cm/s, qual a razão de variação do volume quando o raio mede 2 m?
A letra (a) consegui resolver e cheguei no resultado correto de

Porem, nao consegui chegar a um resultado correto na letra (b). A resposta certa é
Alguem me ajuda? Agradeço desde já.
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Elcioschin - Qua Jun 30, 2010 20:47
V = (1/3)*pi*r²*h ----> h = 4r/3
V = (1/3)*pi*r²*(4r/3) ----> V = (4*pi/9)*r³
Derivando:
dV/dr = (4*pi/9)*(3r²) -----> dV/dr = 4pi*r²/3
Para dr = 20 cm/s = 0,2 m/s e R = 2 m ----> dV/0,2 = (4*pi*2²)/3 ----> dV = (3,2/3)*pi ----> dV ~= 1,066*pi m³/s
Assunto:
Taxa de variação
Autor:
Guill - Ter Fev 21, 2012 21:17
Temos que o volume é dado por:
Temos, portanto, o volume em função do raio. Podemos diferenciar implicitamente ambos os lados da equação em função do tempo, para encontrar as derivadas em função do tempo:
Sabendo que a taxa de variação do raio é 0,2 m/s e que queremos ataxa de variação do volume quando o raio for 2 m:

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