
A resposta do livro é:
![\left(-\infty;0 \right] \left(-\infty;0 \right]](/latexrender/pictures/d2db8b4f54518928b27a17cc0f5fd375.png)
Meu resultado dá sempre VAZIO. As incógnitas se cancelam.
E agora?

![\left(-\infty;0 \right] \left(-\infty;0 \right]](/latexrender/pictures/d2db8b4f54518928b27a17cc0f5fd375.png)


renanrdaros escreveu:
;
.






LuizAquino escreveu:
. Então não existe solução para
.
:

???
renanrdaros escreveu:
Resulta em. Então não existe solução para
.
renanrdaros escreveu:

LuizAquino escreveu:De novo você cometeu o erro de "passar" o (x- 2) multiplicando!

renanrdaros escreveu:Eu NUNCA multipliquei em cruz. Eu apenas multiplico ambos os lados por (x - 2). O que é completamente correto, desde que se considere dois casos distintos: um em que (x - 2) é menor que zero e outro em que (x - 2) é maior que zero.

por
ficamos com:

.
por
ficamos com:

.
.
obtemos o sistema:

.
.
.

renanrdaros escreveu:Ou eu estou muito enganado, ou a sua primeira solução é a mesma coisa que eu fiz e que você tinha falado que eu estava fazendo errado.
renanrdaros escreveu:É isso? Apenas desconsidero a segunda inequação e fico com???


. É isso?
renanrdaros escreveu:A minha dúvida era esta mesmo: O que fazer com a última inequação do sistema?
Ela me diz apenas que. É isso?
(cuja a solução é
) e obteve:
. 
(pois para qualquer valor real x temos que
).
.
renanrdaros escreveu:
Ou seja, a solução dessa inequação é S_3 =(pois para qualquer valor real x temos que
)

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substitui-se m, substitui-se y e x por um dos pares ordenados, e resolve-se em ordem a b.
não existem zeros.Senão vejamos

.Como se pode observar o vertice está acima do eixo Ox, estando parabola virada para cima, o vertice é um mínimo absoluto.Então basta calcular a função para os valores dos extremos do intervalo.